sexta-feira, 23 de outubro de 2009

"Banda Larga é Bom só para a Internet".








“Banda Larga é bom só para Internet”, “Nada Melhor que um Pretinho Básico para Salientar o Melhor da Gente”, Um Hábito que vai Trazer de Volta até Outros que Você já tinha Esquecido” marcam a campanha @mktdigital desenvolvida pela Ilê para a marca Patrícia Freitas Team.




Como observa Sander Machado, publicitário e diretor criativo do escritório de comunicação, o que se desejou foi uma proposta bem humorada e que promovesse a marca como inovadora em seu mercado. Utilizando, inclusive o meio de divulgação - a Internet, como fonte de inspiração para a campanha. Você quer saber mais sobre arquitetura corporal e a nova proposta da Patrícia Freitas Team ligue 51. 9964.7691 e fale com a Patrícia.

Instituto Eckart lança Ateliê da Vida





Ateliê da Vida é a nova área de atuação do Instituto Eckart. Um Espaço-Ambiente onde o participante é orientado por uma equipe multidisciplinar na construção da sua vida profissional e pessoal, a partir da construção da própria imagem.
Com uma metodologia exclusiva, a abordagem é feita em 5 momentos diferenciados que inicia pela entrevista Individual Bio-Sócio-Econômica e finaliza na Estratégia de Vida-Plano. A Ilê desenvolveu folder físico e eletrônico e com o título “ Entre no Ateliê, porque a vida é uma grande e bela arte”, a campanha já aumentou em 30% as ligações no call center do Instituto. Maiores informações ligue para 51.3012.9693.

Formas Geométricas para a Logo de Patrícia Freitas Team.



Com o uso de formas geométricas que representam o “P”, a Ilê desenvolveu logomarca para Patrícia Freitas Personal Trainer Team que tem como foco o movimento, o style e a relação one-to-one que manterá com seus clientes.
Os 3 princípios citados acima são estratégicos para marca, pois desenvolverá uma identidade inovadora no mercado que é a de ir além da simples prática de exercícios físicos e ocupar um mercado próprio que denomina de arquitetura corporal.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Crise nos MBAs

Talvez pudesse levar um pouco mais de tempo ou talvez tenha demorado até muito mais do que alguns já previam. O que não podemos negar é que essa crise em relação à forma que temos tratado o conhecimento e, em particular as especializações e formações profissionais, era uma bomba relógio.

Os MBAs, conforme matéria de capa da última AMANHÃ – publicação de gestão, economia e negócios da região Sul e uma das mais influentes e tradicionais do país, eles entram num capítulo dramático de sua história. Três letrinhas que outrora tiveram papéis protagonistas na diferenciação de um profissional para outro, agora o mercado passa a tratá-los como meros coadjuvantes. Estrelas sem brilho que se transformaram em commodity.

Qualquer especialista ao lançar um produto sabe que ele cumpre um ciclo de vida e se pretendemos classificar conhecimento também como um produto, sujeito as mesmas regras e processos de comercialização, os MBAs demonstram que mercadologicamente estão no seu ciclo final. Mas será mesmo possível confrontar conhecimento como um produto? Talvez eu ainda seja o último romântico e por isso acredito que conhecimento é um bem. Os produtos são entes mortos, o conhecimento é vivo. São as mãos de grandes publicitários e estrategistas que fazem o encantamento por automóveis, geladeiras, apartamentos, enfim. Que nos fazem entrar pelo menos 8 vezes ao mês em uma loja e comprar uma calça que pode ser usada apenas algumas vezes e depois ser jogada em qualquer canto do quarto. Produtos são descartáveis, a obra de Kotler, Druker, Picasso, Gabriel Garcia Marques, Eduardo Galeano, Jung e outros tantos pensadores, não basta apenas trocar algumas vírgulas, acrescentar algumas coisinhas, meter um nome mais charmoso e pronto: COLEÇÃO PRIMAVERAVERÃO 2009. Conhecimento é um bem para humanidade.


Infelizmente não é o MBA que está na beira do abismo, mas sim o significado que damos para as nossas vidas. Falta maturidade. A sociedade hipermoderna é tão exageradamente rápida que não deixa mais nada amadurecer. Produto é para agora e conhecimento é para sempre. O 2º grau está doente, a universidade está doente, o MBA está doente, os mestrados e doutorados acadêmicos estão doentes. Nunca foi tão legítimo escolher uma universidade que tenha bom mercado de trabalho. Nunca foi tão legítimo tratar o conhecimento como um produto. Saber qual o preço, as vantagens financeiras, o seu ROI – retorno do investimento tem sido mais importante que a relação dos docentes, o conteúdo abordado, a interpessoalidade entre alunos, professores, tutores e reitor. O eixo de pensamento e pesquisa das instituições, metodologia e aparato de suporte e dedicação da equipe, uma pergunta sempre de pós do que pré-venda.


Carro quando quebra a gente chama o mecânico, computador quando pára a gente chama o técnico, apartamento quando tem vazamento a gente coloca no código do consumidor. Criança pequena se os pais têm dificuldade e eles não pagam a escola, a escola não tira a criança da aprendizagem. Universidades são isentas de vários impostos. Porque quando conhecimento é ruim quebra com a vida da gente no presente e no futuro e nem sempre se encontra um removedor de mancha que se compra em qualquer prateleira do supermercado de forma que suma com aquilo dali.


Há pessoas que buscam um MBA para entender melhor os seus negócios, outras buscam para se tornarem profissionais de mercado mais qualificados e diferenciados, outros ainda porque representa um nível a mais e ascensão de cargo ou mesmo financeira. Há muitas necessidades, já ministrei aulas em MBA com pessoas acima de 70 anos junto com outras que mal tinham saído da universidade. Alguns colegas não gostam dessa diversidade, particularmente essa profusão de gêneros é a grande Era da Inovação. Ou esperamos praticar nosso ofício só entre mulheres, ou num escritório de pessoas em torno de 25 a 30 anos e quem sabe uma equipe só de executivos asiáticos?Devemos nos prepara para entender e ser entendido por todos e isso também é MBA – Master of Business Administration.

Gosto de pensar que nosso conceito de conhecimento está extremamente vinculado ao conceito grego e, em particular ao que conhecemos como filosofia, que significa aquele que ama a sabedoria. A investigação crítica e racional dos princípios fundamentais relacionados ao mundo, ao homem e a natureza. Sendo assim, escolha seu MBA por amor, com afeto, sinta o carinho que está decisão vai dar a sua vida. Investigue se realmente as pessoas que você está escolhendo para lhe conduzir neste caminho poderão retribuir com a mesma intensidade o amor, o afeto e o carinho que você está depositando nelas. Porque o brilho de um ser não está no papel, está na bagagem que trás na sua alma.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Comunicação Empresarial e Feedback em pauta.

O diretor criativo da Ilê – Comunicação Textual e professor, Sander Machado, ministrará aula na ULBRA DE GUAÍBA, faculdade de Administração sobre Comunicação Empresarial e Feedback. Nas 4 horas previstas será abordada a Comunicação e a Informação, 3 modelos de Comunicação Gerencial, Feedback (como dar e receber) e uma Metodologia exclusiva desenvolvida pelo próprio professor para análise e mensuração do Feedback.

Para Sander Machado esses momentos são extremamente relevantes, pois os alunos podem tecer o conhecimento prático ao conhecimento teórico. O que torna a academia uma casa de experimentação e contextualização.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Neurociência e o Comportamento da Marca.

Não é de hoje que desejamos que nossas marcas se comportem exatamente como idealizamos em nossos planejamentos. Como o cérebro rege a compreensão pelo que é mais emocionante, memorável, o que fica e quanto tempo fica, rodeia nossos sonhos.

Os novos estudos de Neurociência não dão o caminho, mas sugerem pistas. Pesquisas realizadas na PUC/RS pelo grupo de Martin Cammarota e Iván Izquierdo, mostrou recentemente que a produção de proteínas necessárias ao fortalecimento das sinapses no hipocampo, necessário à formação de memórias duradouras, é regulado por dopamina. No cérebro, essa molécula é fornecida pela área tegmentar ventral (ATV), estrutura do sistema de recompensa, acionada toda vez que algo importante acontece - seja esse algo positivo ou negativo.

O que vem a ser recompensa? Outra pergunta infinitamente importante seria - Recompensa simbolicamente é sinônimo de desejo? De forma que possamos ampliar as questões, será que aquilo manifestado pela mídia como recompensa não caiu na banalização? De alguma forma as empresas através da mídia prometem ascensão, preço competitivo e qualidade, ou mesmo todas as alternativas em conjunto, para recompensar a aquisição de seus serviços ou produtos. Um estudo italiano publicado no Journal of Neuroscience em maio de 2009 mostrou que o carinho é capaz de acelerar o desenvolvimento do cérebro: na forma de 3 sessões diárias de massagem na ausência da mãe, por duas semanas ao longo do primeiro mês de vida, o carinho fez com que os bebês massageados exibissem, às 4 semanas de idade, uma maior aceleração das respostas elétricas cerebrais. Acredito que mais de 99,9% dos consumidores encontram em marcas notórias, mais que segurança ou satisfação, encontram conforto e carinho. Atualmente as marcas que mais se sobressaem nos rankings estão envolvidas com Sustentabilidade Ecológica, Responsabilidade Social e Relacionamento (eventos). O carinho me parece ter muitos aspectos, o mais agressivo como é o caso da Nike, o alimentador como é o caso da Sadia e o indiferente como é o caso da maioria das grifes destacáveis de moda.

Até hoje temos buscado pesquisar nossos possíveis e atuais clientes sempre pelos métodos convencionais, que de alguma forma restringem e não revelam o que realmente estamos buscando: o que faz eles se emocionarem. Entre outras novidades a Neurociência confirma que ao detectarmos um cheiro, a inalação de amostras de suor "esportivo" ou suor "ansioso", nos leva a ativação em regiões envolvidas no processamento emocional, como o córtex da ínsula e o córtex cingulado anterior, e no processamento atencional, como o córtex pré-cuneus. Quer dizer, podemos medir se realmente nossas recompensas cheiram a bom negócio para nossos clientes. O que pode representar um outro perfume na curva de vendas.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

É fora de série como a empresa consegue ficar fora do mundo. A proibição das Redes de Relacionamento.

Relacionar-se sempre foi um grande vírus para as empresas. De alguma forma o pensamento sempre foi que gente dá pitaco, bota bedelho, mete a colher e para um marketing voltado para o produto estar longe de seres vivos era inclusive melhor do que vender. É coisa do passado não estar tão presente na vida do seu cliente, mas não tão ultrapassada. Ainda em plena idade do marketing de relacionamento somos desaforadamente obrigados a confraternizar assuntos com call centers eletrônicos. Nós todos, inclusive a senhora de 86 anos dizendo que a moça pede que ela espere por mais alguns instantes.

Em determinado momento histórico descobrimos que o meio digital era o caminho mais rápido para nos descobrirmos. Daí veio inúmeras possibilidades, um admirável mundo que nem mesmo Aldous Huxley poderia ter profetizado. Relacionamentos que iam desde namoros, novos amigos, conhecimento e pesquisa, até oportunidades profissionais como marketing alternativo, fornecedores, profissionais, clientes, negócios. Relacionamento e mais relacionamento e mais relacionamento pelas redes sociais como Orkut, YouTube, Facebook, Twitter, LinkedIn.

Claro que essa grande diversão não poderia demorar muito tempo. É evidente que esse rir e esse falar alto, expressar-se, estar pele a pele de alguma forma estava com os dias contados. Imagine se esse ócio não poderia colocar um vírus nesse amontoado de processos e planilhas, metas e missão que os planejamentos estratégicos juram parametrizar com total rigorismo. Proibindo as redes de relacionamento dentro das empresas seus executivos entre outros pecados cometem o pior – aquele que diz que o lado de fora não deve entrar para o lado de dentro. Voltam a incorrer em um dos maiores problemas na GESTÃO DE PESSOAS: a separatibilidade entre o pessoal e o profissional. Mais uma vez aquele manto sagrado de maturidade da revolução industrial está colocando cada qual para trabalhar bonitinho na sua esteira. No momento que a empresa priva seus colaboradores, com certeza também está se privando da Era da Inovação.

Existem atualmente 46 milhões de pessoas se relacionando pelo Twitter, dados do Wikipédia em 2007 o Orkut já contava com mais de 68 milhões de usuários e o Facebook não deixa para traz, a rede obteve 15 milhões de acesso via celular. Some e irá ter 130 milhões de possibilidades de negócios que estão lá sem nenhum ônus de mídia. Seu profissional de tecnologia pode jurar de pés juntos que é muito mais seguro ficar do lado de fora desse mercado inteiro. Nós acreditamos que desenvolver uma cultura empresarial de acesso a essas redes de relacionamento é muito mais inteligência competitiva, até porque não tem vírus mais destruidor do que aquele quando o nosso produto ou serviço está fora do mundo.